Meio Ambiente
Revitalização do Dnocs – um novo projeto de convivência com o semi-árido
Uma comissão formada por parlamentares e servidores participaram agora pela manhã de uma reunião com o Ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira, para discutir a revitalização do DNOCS. A preocupação dos parlamentares presentes é de fortalecer a atuação do DNOCS no semi árido.
O deputado Federal Fernando Ferro participou da reunião ressaltando a importância da participação dos servidores no processo de reestruturação do órgão. “ O DNOCS vive um processo de esvaziamento, que pode culminar na total inanição do órgão. Precisamos agilizar a apreciação do projeto que está no Ministério do Planejamento para que a matéria passe a tramitar no Congresso Nacional”, disse o parlamentar.
O Ministro Geddel mostrou-se interessado em contribuir para a revitalização do DNOCS, inclusive durante a reunião estabeleceu contato telefônico com o Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, solicitando entendimento na referida proposta. Paulo Bernardo demonstrou interesse em encaminhar o mais rápido possível a matéria, dizendo somente que o projeto está maduro, mas é necessário fazer ajustes administrativos. “O Dnocs precisa readquirir pujança para tratar as tantas questões referentes ao semi árido”, afirma o ministro.
FERRO APRESENTA PROJETO PROMANGUE PARA MINISTRO
O deputado Fernando Ferro (PT/PE) teve encontro nesta quarta-feira (03/12) com o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Ferro apresentou o projeto PROMANGUE, que prevê a recuperação de uma área de 361,93 hectares, na região do Pina, no Recife. O parlamentar evidenciou que a Universidade de Paris 8 manifestou intenção de estabelecer convênio com esta iniciativa e que o centro Josué de Castro também seria importante parceiro.
O projeto prevê ainda o cadastramento de pescadores e catadores de caranguejo na área Metropolitana do Recife, além de desenvolver programas educacionais para crianças.
O ministro MInc mostrou-se interessado no assunto e vai avaliar o projeto com brevidade.
Governo lança plano para ajudar a melhorar clima mundial
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (o Plano Nacional de Mudança do Clima. O documento traz, pela primeira vez, metas para redução de emissões de gás carbônico pelo Brasil, principalmente as provocadas pelo desmatamento. Pelo plano, até 2017 o País deve diminuir o desmatamento entre 30% e 40%. Essas metas poderão evitar a emissão de 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono.
Lula elogiou o plano e disse que certamente as metas receberão criticas. "Mas podemos dizer, em alto e bom som, que ele é melhor do que o da China e o da Índia e de outros que nem assinaram o protocolo de Kyoto", afirmou.
O presidente disse que vai discutir com os ministros da Justiça, Tarso Genro, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, a possibilidade de se criar uma polícia florestal para combater o desmatamento. Sem a polícia florestal, segundo Lula, a meta de redução do desmate fica vulnerável. No Brasil, o desmatamento é responsável por 75% das emissões de gases causadores do efeito estufa. O cálculo para a queda da devastação leva em conta metas avaliadas a cada quatro anos.
Compromisso ecológico - O deputado Fernando Ferro elogiou a preocupação do governo brasileiro em estabelecer metas para ajudar a melhorar o clima mundial. "O Plano é um compromisso ético e ecológico do Brasil com a qualidade ambiental do mundo. Esperamos que o plano sirva de exemplo para outros países também estabelecer metas para reduzir o efeito estufa", afirmou.
Fernando Ferro destacou que o Brasil já é um dos países que mais contribui para a qualidade do clima. "Temos uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, com o emprego de energias alternativas, com utilização do etanol e do álcool. E, mesmo produzindo pouco gás carbônico, o governo Lula lança um plano para reduzir essa emissão, que vem basicamente do desmatamento", destacou o petista.
